Mostrando postagens com marcador Shoujo-ai. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Shoujo-ai. Mostrar todas as postagens

Vampira

Vampira



O Sol brilhava vivamente sobre os telhados de Beyville.

Havia sombra entre os galhos que seguravam os frutos mais suculentos e desejáveis.

Kitty segurava uma maçã com os dentes enquanto folheava seu caderno sobre um daqueles galhos. Sim, encontrou o que procurava ali. Algum dever de casa.

A colega de quarto de Kitty é pálida. Sem sorriso. Linda.Triste.Intocável.

Lembrou-se do dia da caçada de Vampira. Conseguiu moder um pedaço enquanto a maçã libertava-se da boca. Ela era intocável ... Estava confusa.

Havia um pequeno sentimento inocente oculto. E aquela mecha branca no meio da testa. Era tão charmosa. Seria impossível afastá-la, pois sua pele pálida e gélida era perigosa.

Kitty escreveu duas palavras entre as lembranças.

O pensamento estava tão elevado, que distraiu-se. Ficou ali por alguns poucos minutos, o que lhe pareceu horas. Imóvel.

- Kitty ! Vamos, ou vai se atrasar para a escola.

Voz amigável. Morta. Fria. Melodiosa aos seus ouvidos. Teve uma reação retarda, ainda a tempo.

Por que sua colega de quarto nunca tinha um sorriso nos lábios pesados de tal cor forte ?

Desceu. Precisaria de mais mordidas para finalizar com a maçã. Sem a menor pressa, foi de encontro ao conversível vermelho. Vampira aguardava de braços cruzados ao lado do mesmo. Parecia impaciente com o pé batendo no chão.

- Vam'bora, Kitty. Assim você vai nos atrasar.

Como sempre, palavras nunca acompanhadas de um sorriso. Era bonita, mas intocável. O que mais Kitty poderia fazer ?







[fim]


_________________________________________________


Nenhuma das personagens aqui apresentadas me pertence. Fanfic sem fins lucrativos.



Reviews gente ! [=§]

A Macieira de Liz

A Macieira de Liz


Liz estava degustando a mais suculenta das maçãs a qual acabara de
apanhar no galho mais alto da macieira. Sua macieira.

Balançava os pés para frente e para trás tão calmamente. E era alto.
Ela não demonstrava a menor aversão por altura. Não
quando tinha um pensamento mais elevado.

O horizonte levemente pincelado de laranja tinha atenção de seus olhos
de veludo. O vento soprava gentilmente fazendo as
mechas castanhas mover-se sobre a testa inteligente.

As maçãs eram tão vermelhas e tentadoras, não deixavam a desejar.

Mais duas mordidas. Hum ... Realmente são deliciosas.

Um amável pensamento veio a sua mente. Uma doce lembrança. Sim, sim,
ela deixou-o vir.

Liz sonhou com Samantha no último verão. Ficava apenas imaginando o que
poderia ter acontecido a ela, ou , o que estava
acontecendo. Pequena Sam.

O 1° ano era comumente chato. Os professores tinham um "blá blá blá"
que não lhe entrava na cabeça e por mais que tentasse,
não passaria do mesmo "blá blá blá" costumeiro.

A manhã de Agosto havia saído de acordo com o roteiro. O sinal havia
tocado nos horários de sempre. Exatamente nos ponteiros,
sem nenhum atraso ou um pouco adiantado. Nada era estranho. Dois anos
foram bem vividos sentando-se ao lado de Sam. O que
resultou em dedos entrelaçados, sorrisos doces e uma maré de
sentimentos enferrujando dentro do peito. Todos os desejos de
Liz.

Por que ela sorria assim tão gentilmente chamando atenção para os
lábios puros sem cor ? E o seu andar era tão
desajeitado quanto gracioso. O anjinho doce com o olhar sonolento.

Oh sim, o verão. Os chuveiros de Janeiro molhavam a cidade e a macieira
de Liz. Isso havia sido muito bom. Sim, ela tinha
aquela amável lembrança de verão que a fez sonhar pelo resto dos dias
sem parar de comer suas maçãs suculentas.

Liz deixou escapolir um sorriso lateral ao mesmo tempo que a maçã
encostava em seus lábios. Doces lábios, suculentos e tão
vermelhos quanto suas maçãs. Eram somente suas e de Sam.

A tormenta da tarde de sexta-feira, Janeiro, molharam-nas toda. As
gotas de chuva eram terrívelmente impiedosas. O guarda-
chuva preto de Sam abrigavam as duas. O pobre não havia suportado o
suficiente até a porta de Liz, infelizmente não resistiu.

As gotas podiam ser contadas pingando sobre o carpete. Elas não
continham o riso de si próprias. Embora chovesse
furiosamente, a tarde havia sido agradável no quarto de Liz. E lá,
sorriram, conversaram sobre qualquer coisa, encararam-se
até Liz não conter mais um "eu te amo" sendo empoeirado durante dois
anos no coração.

Vários pequenos beijos foram plantados na lateral de seus lábios. Tão
inocente. Aquela lembrança a mente, a fez trazer as
pontas dos dedos àquela lateral fazendo-a esquecer-se da maçã.
Lembrou-se que o último beijinho havia sido plantado ali.

Embora estivesse mastigando os últimos pedaços da maçã a qual se
desfez,teve a impressão de sentir o sabor que Sam havia
deixado ali. Framboesa.

Liz apanhava-lhe as maçãs mais desejáveis arriscando-se a cair, pois as
mais bonitas eram as mais dificéis e sempre estavam
no topo. Aquilo estampava um largo sorriso nos lábios de Sam e faziam
seus dedos entrelaçarem sobre os galhos daquela
macieira. Um pequeno palco sobre as árvores.

Aquele verão não poderia ter sido melhor. Tampouco agora, esquecido.

E foram as férias. De volta a escola, aquele mesmo "blá blá blá"
incompreensível, o sinal sincronizado de acordo com o
horário. Nunca mudava. E sim, o lugar de Sam vazio.

Duas semanas, seis semanas, três meses, sete meses ... Onde ela está ?

O sabor de framboesa sumiu da lateral amargando-se todo. Pelo tempo que
Liz havia esperado por Sam, sentiu o desejo de cortar
os pulsos. Liz nem ao menos havia lhe oferecido uma última prova de
amor, seu corpo, quanto mais uma despedida descente.

O sabor de framboesa havia sumido para a lágrima salgada escorrendo
sobre os lábios. O galho sobre o qual estava sentada era
bastante alto. Propício a um suícido.

Por que as coisas funcionavam assim ? Por que o seu anjinho sonolento
vôou para longe ? Onde estaria agora, aquele sabor de
framboesa ?

Com a angústia envolvendo-se em seu coração magóado, Liz foi perdendo a
firmeza sobre o tato, a força nos dedos e deixou a
maçã pela metade escorregar de sua mão até alcançar a grama. Aquele
verde vivo, limpo havia aparado a doce maçã tocada
pelos lábios vermelhos.

Mas por que Liz veio em seguida ?

Tea

Gênero : Yuri/ Shoujo-ai
Série : Strawberry Panic ! [Anime]
Classificação : +18

Aviso : Se sente-se mal com este gênero ou é menor de idade, lhe
aconselhável que não leia.
---




Strawberry Panic ! - Tea


Bebericar o chá quente a vista dos olhos verdes faziam Nagisa corar.
Sentir-se bem sob os próprios joelhos era a segurança
de Shizuma. O vapor subia enquanto o silêncio era mais forte que o
desejo.
Mais dois goles acompanhados de nenhum sorriso, Shizuma é bastante fria
com seu olhar baixo.
A xícara de Nagisa jazia vazia havia dois minutos. Olhar para baixo era
a solução, os olhos verdes são frios e cativantes.

- Mais chá ?

- Não. Obrigada, Shizuma-Sama ...

Recusava a levantar os olhos, a cabeça não tinha uma altura descente.
Os olhos verdes eram pacificos, porém, arrebatadores.
Nagisa tinha medo do desejo ou de desejar ?

- Está tudo bem, Nagisa ?

Os olhos castanhos nunca se levantavam, por isso não houve resposta. Um
dedo ao queixo, pronto ! Sorriu docimente, Nagisa
desmontou.

- Nagisa ...

Abandonou a xícara, agora vazia, sobre a mesa no centro do quarto
iluminado por um simpático abajur. Shizuma é provocante.
Por que o passeio da mão fria no rosto quente era tão bom assim ? O
jeito inocente de Nagisa era inspirador.

Roubava-lhe os sussurros :

- ... Nagisa ...

Por que ela desmonta com o desejo e luta contra ?

O pijama kawii denunciava uma menina pura. Shizuma no entanto estava
dentro de uma camisola, mas sua mão fria afastava
as mexas ruivas do rosto corado e quente com o novo passeio do
indicador aos lábios entreabertos.

- ... Nagisa ... Por quê ?

- Shizuma-Sama ...

Shizuma diminuia a distância, quebrando cada centímetro. Por que Nagisa
recuava quando ela queria também ?

- ... Shizuma-Sama ... Eu ...

- Shh !

Calou-a com o dedo e um beijo subto. A noite brilha com a lua
mingüante, o vento é agradável e o momento é propício. Com o
vagar que os olhos castanhos se fecharam ,Shizuma já havia aproveitado
o melhor do mel da boca de Nagisa. Deixou estar. As
mãos frias e pálidas seguravam-lhe os ombros encolhidos enquanto tinha
sua boca explorada. Sem escapátoria, Nagisa.

Agora, fora de seus joelhos, sem chá. Nagisa estava fora do controle.
Se soubesse que o convite para o chá no quarto de
Shizuma terminaria com seus botões abertos, de certo, ela nunca o
aceitaria. Mas ela não negava o sentimento a ela mesma.
Ela não poderia e nem deveria.

Aqueles mesmos lábios suculentos já haviam tocado muitos outros antes
de chegar a vez de Nagisa. Mas esta era a noite e ela
o faria. Kaori havia sido a única, mas a página deveria ser virada, não
era por essa razão que Nagisa fora jogada na cama.
Os corpos desejavam um ao outro.

Tornaram-se distantes os rostos, encararam-se. Fora de si, Nagisa era
vunerável. E com as pernas afastadas, Shizuma prendia
a pureza. Os arrepios eram bons, suaves, excitantes, inocentes. uma a
um foram sentidos por Nagisa.

Sem nenhum plano, o primeiro a ser feito, era desabotoar aqueles botões
que escondiam o corpo perfeito a ser tocado. Despir.
Agora Nagisa não lutava. Embora o rosto vermelho denunciasse corado,
ela realmente não tinha uma ação.

O segredo era se concentrar no presente, no momento, em Nagisa, e não
no passado, nas dores, em Kaori. Aquela primeira
tentativa havia fracassado por conta desses fatores. Dessa vez tudo
deveria ser diferente.

Caricias, nenhuma palavra trocada até o momento. As alças de Shizuma
desciam ao meio dos ombros com todos os movimentos.
Ombros agora tão despidos quanto o tronco de Nagisa. Pequeno corpo
lindo. Não havia nenhum beijo senão a contemplação do
mar. O caminho que o indicador de Shizuma tomava era indeciso.
Alcançava os seios e voltava ao umbigo. Aqueles arrepios
eram deliciosos.

E ela gostava de provocar. Ora lhe oferecia os lábios aos beijos, ora
acariciava-lhe o membro. Entrelaçava as pernas,
enroscava, mas nunca satisfazendo.

O crepúsculo da manhã fora pintado no horizonte. Os primeiros raios
solares subiam pela parede através da grande janela.
O quarto de Shizuma foi levemente iluminado pelos feixes.

Havia algumas peças de roupas espalhadas pelo chão, outros poucos
movimentos debaixo do lençol branco. A cabeça de Nagisa
encontrava-se confortávelmente aprofundada e presa ao peito de Shizuma,
que, afagava-a com as mãos os cabelos ruivos. Os
olhos de ambas encontravam-se fechados de modo satisfatório e sereno.

A noite do chá realmente havia feito de Nagisa, agora, uma mulher.






---
Nota : Nenhuma das personagens aqui apresentadas me pertence. Fanfic
sem fins lucrativos. Todos os direitos reservados.

Autora: Thais de S. Alencar

O site pode apresentar problemas de visualização em navegadores
Internet Explorer 5 e 6. Melhor visualizado em Internet Explorer 7 e Mozilla Firerox.